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Dicas para você dirigir com segurança ...

Direção defensiva:

Cinto de Segurança

O uso do cinto de segurança já se tornou um hábito, com benefícios para todos que se utilizam dele. Muitos condutores, porém, ainda não exigem que os passageiros do banco de trás usem o cinto de segurança e isso, em caso de algum acidente, trará toda a responsabilidade pela falta do equipamento para o condutor.
Os cintos devem ser mantidos limpos, em bom estado e pronto para o uso. Cintos em baixo dos bancos dificultam o uso.
Não use cinto torcido, pois ele perde muito de sua eficiência.
Retirar dos bolsos canetas, óculos e outros objetos. Em caso de colisão, eles podem provocar ferimentos graves.
A maioria dos acidentes acontece nas proximidades das casas ou locais de trabalho das pessoas envolvidas, justamente porque nos trechos curtos e muito habituais, as pessoas tendem a ser displicente com a segurança.

Como diminuir o ofuscamento

Como praticante da Direção Defensiva, o motorista deve evitar o ofuscamento para os outros condutores sempre que estiver de frente com outro veículo, em vias de mão dupla, ou quando estiver atrás de algum outro veículo.
Seja o primeiro a usar o farol baixo. Essa demonstração de boa vontade, em geral, leva os outros condutores a agirem também com boa vontade. Dessa maneira todos ganham.
Se o outro motorista não usar farol baixo, desvie o olhar para uma lateral da estrada. Olhe indiretamente para os faróis do carro que vêm em sentido contrário, assim o ofuscamento só atingirá 84% da visibilidade.

Dicas de direção defensiva

Dicas Direção Defensiva.

O motorista que pratica a Direção Defensiva altera conscientemente o encadeamento dos fatores que resultariam em um acidente. Ele sabe que basta interferir, de maneira positiva, em um ou mais destes fatores, para que o acidente não aconteça.

Mas, conhecer as técnicas de Direção Defensiva não basta. É preciso alterar o comportamento, incorporando essas técnicas ao dia-a-dia, reconhecer e abandonar antigos vícios e maus hábitos, de forma a automatizar os procedimentos e as atitudes corretas.
Independentemente de quem tenha razão ou não, quando o motorista evita um acidente ele é a pessoa que mais ganha com isso. Ele se sente satisfeito em ter contribuído positivamente por não gerar problemas e tristezas apesar da imprudência de outros condutores ou pedestres.[ocultar]

Direção Defensiva ao dirigir à noite

Pilotar à noite, em função da falta de visibilidade, exige que o motorista diminua a velocidade e aumente a distância segura.
Essas atitudes são necessárias por parte do condutor porque a visibilidade humana é reduzida para 1/6 em relação à vista durante o dia. Daí a noção de profundidade diminui e a visão dos espaços é imprecisa além da dificuldade em perceber movimentos.

Direção Defensiva ao dirigir na chuva.

A segurança do motorista ao dirigir na chuva pode estar no conhecimento de dois aspectos: Aderência e Visibilidade.
Os primeiros pingos de chuva ou a garoa não formam volume de água suficiente para tirar da via poeira, óleo ou resíduos de borracha que se acumulam com o tráfego.
Com isso a pista fica extremamente escorregadia, por isso nesse momento, diminua a velocidade e não use o freio bruscamente.
Com volume maior de chuva a velocidade reduzida diminui a chance do veículo aquaplanar. Acima de 50 km/h, os pneus podem não mais cortar a camada de água e o veículo se desgoverna podendo derrapar e o motorista perder totalmente o controle sobre ele.
Por isso, independentemente da quantidade de água na pista, diminua a velocidade e aumente a distância de outros veículos.

Direção Defensiva ao dirigir na neblina ou nevoeiro.

É impossível ver através da neblina; por isso, você deverá adotar algumas atitudes para não comprometer a sua segurança:
- Reduza a velocidade de seu veículo;
- Acenda apenas os faróis baixos para que seu veículo se torne visível;
- Sinalize, com antecedência, todos os movimentos que você irá fazer;
- Buzine, às vezes, para ser notado por pedestres e outros veículos;
- Fique atento aos sinais sonoros dos demais veículos, como buzina, motor ou sirene;
- O ruído de cascalho, nas estradas, pode indicar que você está saindo da pista para o acostamento, por isso, evite tudo o que possa desviar a sua atenção como conversas e o som do rádio.
Evite parar o seu veículo. Mesmo com pneu furado, por exemplo, é melhor perder o pneu do que se envolver em um acidente com outro veículo em que o condutor não enxergou você ali.

Direção Defensiva e Velocidade

A velocidade máxima permitida nem sempre é uma velocidade segura. O bom senso manda que a velocidade do veículo na prática da Direção Defensiva, seja compatível com todos os elementos do trânsito. A velocidade excessiva reduz o tempo disponível para uma reação eficiente, em caso de um imprevisto. 
A velocidade deve ser compatível com as condições locais: o tipo de piso, condições climáticas, quantidade e posição de pedestres, motociclistas, caminhões e elementos do trânsito.
Quanto maior e mais pesado o veículo, menor é a capacidade de manobras em velocidade.
Frenagens e reduções devem ser feitas gradualmente.
Nas frenagens de emergência, instintivamente “afundamos” o pé no freio, causando um travamento das rodas. Com as rodas travadas o veículo percorre um espaço maior para parar e não obedece mais a direção dada pelo motorista.

Direção Defensiva em Ultrapassagens

Ultrapassagens mal feitas, aliadas a excesso de velocidade, patrocinam os acidentes mais graves e normalmente com vitimas fatais.
Para ultrapassar com segurança:
- Ultrapasse somente em locais onde isso seja permitido, em plenas condições de segurança e visibilidade;
- Ultrapassar somente pela esquerda;
- Antes de ultrapassar, não “colar” no veículo da frente para não perder o ângulo de visão;
- Certifique-se que há espaço suficiente para executar a manobra;
- Conferir, pelos retrovisores, a situação do tráfego atrás do seu veículo;
- Verificar os pontos cegos do seu veículo;
- Se houver alguém iniciando uma manobra de ultrapassagem, facilitar e aguardar um outro momento;
- Se todas as condições forem favoráveis, incluindo a potência suficiente para realizar a manobra, sinalizar com antecedência;
- Avise os outros condutores sobre sua intenção utilizando sinal de luz ou breves toques na buzina;
- Para retornar à faixa, conferir pelo retrovisor da direita até ver a frente do veículo ultrapassado;
- Jamais ultrapassar em curvas, túneis, viadutos, aclives, lombadas, cruzamentos e outros pontos que você não veja e seja visto.

Direção Defensiva para Veículos de Grande Porte

Veículos como caminhões, carretas, ônibus e veículos articulados, têm uma capacidade de manobra muito limitada quando comparada à e veículos menores. Todas as manobras, sem exceção, são mais difíceis de executar.
- As curvas que conseguem fazer tem raios maiores;
- O comportamento em curvas fechadas é sempre inseguro e a trajetória das rodas traseiras não segue a das dianteiras;
- O ponto cego desses veículos são muito maiores;
- Em frenagens, os veículos de grande porte precisam do dobro ou até o triplo da distância para parar.
O condutor desses veículos deve estar pronto para trabalhar com essas condições e, assim garantir uma Direção Defensiva, a partir do conhecimento dessas deficiências do veículo; Deve se especializar na condução segura do seu veículo e garantir a segurança também dos veículos menores que, segundo o Código de Trânsito Brasileiro é de sua responsabilidade (Art.29).

Direção Defensiva para Veículos de Pequeno Porte / Veículos de Grande Porte

- Não transitar na frente e muito próximo à eles;
- Não disputar espaços com eles;
- Manter uma distância de segurança bem maior comparado a outro veículo pequeno;
- Ser previsível e sinalizar suas intenções com maior antecedência, além de fazer-se notar com luzes e pequenos toques na buzina;
- Nunca ficar à direita de nenhum veículo maior que o seu. O ponto cego desses veículos é muito maior e você não será visto pelo condutor. Além disso, em uma curva, o deslocamento da carga poderá atingir o veículo que está ao lado dele.

Distância Segura

É o espaço que o condutor deve manter entre o seu veículo e o veículo da frente. 
É bom saber que, do ponto que o condutor decide frear até o momento em que aciona o freio, decorre um tempo chamado de tempo de reação. A partir do acionamento dos freios, o veículo começa a desacelerar, percorrendo a distância de frenagem.
Essa distância segura depende principalmente:
- Da velocidade;
- Das condições da pista;
- Das condições climáticas;
- Das condições do veículo. 

Evitando colisão em objeto fixo

Como causas mais comuns, podemos citar:
- Perda de controle do veículo por defeito na pista ou desnível acentuado do acostamento;
- Perda de controle do veículo por problemas na manutenção do veículo como suspensão, pneus estourados por mau estado ou descalibrados;
- Perda de controle da direção por distrações, sono e ingestão de álcool, drogas ou medicamentos antes ou durante a condução do veículo;
- Falta de atenção ou desobediência à sinalização, que na maioria das vezes está avisando a existência de animais, pedestres, curvas, obras na via, etc...

Cuidando desses itens diminui em muito a possibilidade de ocorrer um acidente com outros veículos e também com objetos fixos como postes, barrancos, árvores, muretas de proteção, muros, despenhadeiros e muitos outros.

Evitar colisões com o veículo da frente

Se praticarmos a Direção Defensiva, conseguiremos evitar esse tipo de colisão independentemente da atitude do condutor do veículo da frente.
Para conduzir com segurança em relação ao veículo da frente, devemos:
- Trafegar com velocidade compatível;
- Manter distância segura, mesmo com os veículos em baixas velocidades ou parados.
- Ficar atento ao que está acontecendo à frente dele. Isso aumenta a capacidade de previsão;
- Não se distrair.

Evitar colisões com o veículo de trás

O veículo de trás representa o segundo maior fator de risco, pois se o seu condutor estiver distraído ou em velocidade incompatível ou ainda muito próximo, provavelmente causará um acidente. Por isso você deve:
- Usar os retrovisores;
- Quando alguém “colar” atrás, não tentar fugir dele acelerando;
- Acione o pedal sem frear, para alertá-lo;
- Se ele continuar “colado” diminuir a velocidade, sinalizar e facilitar a ultrapassagem;
- Aumentar a distância do veículo da frente, para ter espaço para manobras;
- Ser previsível, sinalizando e freando sempre gradativamente.
- Manter em funcionamento as luzes do veículo.

São pequenas atitudes como estas, que fazem com que, mesmo o condutor do veículo de trás esteja errado, você pratique a Direção Defensiva e evite o acidente.



Dicas para cuidar bem do seu carro ...

Arrefecimento:

O que é arrefecimento?

Todos os motores de veículos são máquinas geradoras de calor (motores de combustão interna), assim foi criado o sistema de arrefecimento para controlar essa quantidade de calor.

Quais são as partes de um sistema de arrefecimento?

• Radiador
• Líquido de arrefecimento (água + Aditivo)
• Bomba d’água
• Mangueiras
• Válvula termostática
• Interruptor térmico da ventoinha
• Ventoinha
• Sensores de temperatura
• Reservatório e tampa

Qual é a função de cada produto?

Radiador = diminuir a temperatura do líquido que sai do motor
Líquido = elevar o ponto de ebulição e congelamento da água, lubrificar e proteger contra a corrosão
Bomba d’água = circular o líquido para todo o sistema;
Mangueiras = interligar motor com radiador e reservatório;
Válvula termostática = controlar o fluxo de líquido e a temperatura do motor;
Interruptor = ligar e desligar a ventoinha;
Ventoinha = resfriar o líquido no radiador;
Sensores = indicar a temperatura ao painel e ao computador do veículo.

Qual é a temperatura de trabalho do motor?

Os veículos mais antigos trabalhavam com temperatura de 80 graus celsius aproximadamente, hoje é bem maior, vai de 100 até 120 graus celsius, dependendo do projeto do motor. Com esse aumento na temperatura de trabalho do motor foi possível conseguir uma potência de 60 cv (cavalos) num motor 1.0 (popular).

Então o controle da temperatura é importante?

Sim, sem dúvida!!!
Um motor trabalhando numa temperatura correta conforme projetado pelas montadoras vai gerar a potência máxima, economizar combustível e emitir menos poluentes. Além de manter a temperatura ideal do óleo lubrificante evitando assim atritos e desgastes prematuros.

 

Posso alterar a temperatura do motor em locais mais quentes ou mais frios?

Jamais!!! O motor foi projetado para trabalhar em qualquer local do País, de Norte a Sul. Já imaginou o que aconteceria com você se alterassem a temperatura de seu corpo?

 

O que eu devo fazer então?

Em primeiro lugar é seguir as instruções do manual do veículo!
Manual do veículo? O que é isso?
É aquele livrinho que recebemos quando compramos o veículo cheio de desenhos e letras e que nunca lemos.

Hoje a preocupação com o controle de temperatura do motor aumentou?

Sim, como os motores trabalham com temperaturas mais altas (acima de 100 graus celsius), são necessários maiores cuidados com a manutenção. Uma pesquisa realizada recentemente indicou que 80% dos veículos quebrados na serra do mar estavam com problemas relacionados ao sistema de arrefecimento.

Então eu tenho que gastar mais dinheiro com o meu veículo?

Sim! e Não!
Sim, se a manutenção for corretiva, ou seja o motor já ferveu e ocasionou vários estragos que poderiam ser evitados;
Não, se a manutenção for preventiva, ou seja foram tomadas algumas ações para que se evite que o motor ferva.

Resumindo

1) Estar sempre atento ao marcador de temperatura do painel (parece óbvio mas muitos não sabem que existe);
2) Verificar uma vez por semana o nível do líquido no reservatório de expansão sempre com o motor frio;
Obs: Atenção, caso necessite sempre completar o líquido, pode existir algum vazamento no sistema.
3) Apesar da gentileza do frentista não deixe-o abrir o reservatório ou radiador com o motor quente e nem completar com água fria toda vez que for abastecer. Além de riscos de queimadura, pode danificar o sistema.
4) Trocar o líquido de arrefecimento a cada 30.000 Km. Assim como o óleo do motor o líquido perde suas características com o tempo e uso. É necessário a troca pois assim o motor vai economizar combustível, atingir potência máxima, emitir menos poluentes e reduzir o atrito e desgastes prematuros.
5) Verificar os componentes do sistema quando da troca do líquido realizar a manutenção preventiva do sistema, verificar em que condições estão os componentes, caso estejam com mau funcionamento providencie a troca, estudos provam que a manutenção preventiva reduz drasticamente as despesas com um veículo.
6) O sistema de arrefecimento é complexo, envolve muitos componentes e para uma boa manutenção exige um trabalho de profissionais capacitados. Portanto procure sempre uma oficina de sua confiança.



Escapamentos:

Quais são as partes que compõe um sistema de escapamento ?

• Tubo dianteiro ou Tubo motor
• Catalisador
• Silencioso intermediário
• Silencioso traseiro

Quais as principais funções de cada uma das partes ?

• Tubo dianteiro ou Tubo motor – é conectado ao motor iniciando a direção dos gases.
• Catalisador – item obrigatório nos veículos, tem como função principal transformar através de reação química os gases nocivos em elementos não contaminantes.
• Silencioso intermediário – é responsável pela primeira redução do nível sonoro, velocidade, temperatura e pressão dos gases.
• Silencioso traseiro – redução final dos níveis de ruídos.

Quais as principais causas da deterioração do escapamento ?

• Corrosão externa principalmente em ambientes salinos e com alta umidade.
• Combustíveis de má qualidade.
• Impactos em objetos.
• Mal funcionamento do motor.

Quais os riscos de um escapamento em mal estado ?

• Multa por ultrapassar os limites de ruído.
• Penetração de gases no interior do veículo.
• Acidentes causados por perda de um dos componentes.
• Maior consumo de combustível.
• Maior índice de poluição do ar.



Freios:

Quais são os componentes mais importantes do sistema de freios ?

• Disco de freio – podem equipar a parte dianteira ou a dianteira e a traseira.
• Tambor de freio – são utilizados na parte traseira do veículo. Em modelos mais antigos são também utilizados na dianteira.
• Pastilha de freio – são utilizadas em conjunto com os discos
• Lonas de freio – são utilizadas com os tambores de freio

As peças que formam o sistema hidráulico são :

• Cilindro mestre – é que direciona o fluído de freios para acionar o freio de cada roda.
• Servo Freio – a função do servo freio é aumentar a força empregada no pedal de freio que por sua vez irá acionar todo o sistema.
• Cilindro de roda – é um componente que acionará o freio traseiro quando este utilizar o sistema com tambores.
• Pinça de freio – é a peça onde se encaixa as pastilhas e através de pressão hidráulica em seus êmbolos pressiona as pastilhas de encontro com o disco.

Quais os sintomas que definem a necessidade de serviços nos freios ?

São vários os sintomas que podem ser sentidos no veículo. Iremos listar abaixo os mais comuns.

• Chiado quando se freia
• Necessidade de completar o reservatório de fluido de freio constantemente
• O carro puxa para algum lado quando o freio é acionado
• O pedal de freio pulsa quando acionado
• O pedal de freio cede (abaixa) quando é mantido acionado
• A luz do painel se acende
• Os freios não tem potência

Tabela de controle de manutenção do sistema de freios.



Óleo:

Quando se deve trocar o óleo do veículo?

Existem diferentes tipos óleo lubrificante. No manual do proprietário constam as especificações para cada modelo de motor e deve ser seguido a orientação do fabricante com relação ao tipo de lubrificante a ser utilizado.

Os óleos lubrificantes são divididos em:

• Óleo mineral – 20W40 – troca a cada 3000 KM
• Óleo mineral – 20W50 – troca a cada 5000 KM
• Óleo Base Sintética – 15W50 – troca a cada 7000 KM
• Óleo Sintético – 15W50 – troca a cada 10000 KM

O filtro deve ser trocado a cada troca de óleo?

O filtro pode ser substituído a cada 10.000 KM.

Para que serve o óleo de motor?

A função principal do óleo de motor é lubrificar as partes de atrito do motor e também resfria-lo.

Porque deve-se atentar a substituição do filtro de óleo ?

Durante o processo de lubrificação o óleo acaba carregando impurezas geradas pelo atrito das partes. Estas impurezas são na maior parte das vezes partículas de aço que podem danificar as superfícies por onde este óleo está agindo.
Como os filtros utilizam uma matéria textil porosa eles retém as partículas que por ventura estejam em suspensão no lubrificante.



Suspensão:

Quais são as partes que compõe o sistema de suspensão ?

As peças de fricção são : A suspensão de um carro juntamente com o sistema de freios faz parte do que se chama sistema de segurança do veículo.
Exige ao menos uma revisão periódica para verificação de eventuais danos gerados pelas condições não muito propicias de nossas vias.
No que diz respeito as peças a lista é extensa sendo que os principais itens são:

• Amortecedores
• Molas
• Bandejas
• Pivos
• Barras e Terminais
• Juntas homocinéticas

De quanto em quanto tempo deve-se fazer a revisão do sistema de suspensão?

Nos casos onde não se nota nenhum sintoma deve-se verificar a suspensão a cada 3 meses.

Quando se sabe que é necessário a substituição de algum item de suspensão ?

Normalmente o sintoma mais comum são os barulhos que aparecem quando se está dirigindo.

Qual a vida útil de um amortecedor ?

Em condições normais de uso um amortecedor mantém sua ação original em média durante 40.000 KM, de acordo com especificações do fabricante.

Qual a função de um amortecedor ?

Diferentemente do que se pensa a função principal de um amortecedor é limitar o curso de atuação das molas equalizando e balanceando as oscilações do sistema de suspensão e não a de absorver impactos. Esta função é do conjunto de molas que deve sempre ser substituída em conjunto com os amortecedores.

Quais são os perigos de desgaste excessivo da suspensão ?

• O sistema de freios é um item de segurança do veículo e é muito complexo no que refere a manutenção.
• Ele é composto de componentes de fricção e de sistema hidráulico.
• Os componentes de fricção são todos aqueles que agem utilizando o atrito entre partes para efetivar a frenagem do veículo, já os componentes hidráulicos do freio são para potencializar as forças das peças que entraram em atrito ou são utilizados para acionar determinadas peças que farão o freio a funcionar. Maior fadiga do condutor e aumento do tempo de reação
• Menor estabilidade em curvas
• A aquaplanagem acontece a uma velocidade 10 % menor que o normal
• O sistema de ABS não funciona adequadamente sem as rodas tocarem o solo
• Maior distância de frenagem
• Aumenta a possibilidade de derrapagem em solo molhado
• Acentua o desgaste de outros elementos mecânicos


 
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